Pelas ruas de Chiang Mai

Depois de uma viagem de 6 horas em mini-van desde Mae Hong Son, por uma estrada de curvas sucessivas, foi com um certo alivio que chegamos a Chiang Mai. A paisagem era espectacular, mas a viagem já começava a ser um pouco enjoativo... literalmente!


Já era noite e chovia com alguma intensidade quando o tuc-tuc nos levou ao nosso hostel, gerido por um australiano "tailandizado". E foi neste hostel que cozinhamos, pela primeira vez, as nossas "pastas" italianas. Trouxemo-las de Portugal (juntamente com um pequeníssimo fogão de campismo) com a intenção de serem uma opção de desenrasque e mais económica, mas botijas de gás... nem vê-las!

No dia seguinte, exploramos a cidade, famosa pela sua rica história e pelos seus mercados. Desde a sua fundação, no sec. XIII, Chiang Mai foi a capital do reino de Lanna, ocupando o que e hoje o norte da Tailândia, e um centro do budismo, tendo sido construídos inúmeros Wat (templos), principalmente nos séc. XV e XVI. No séc. XVII, a cidade foi tomada pelos birmaneses, mas alguns wat sobreviveram e são hoje um testemunho arquitectónico desse período histórico. Para além disso, a cidade é hoje também conhecida pelas excelentes oportunidades de compras que oferece. Sendo assim, o nosso dia em Chiang Mai resumiu-se a ronda dos wat e dos mercados!


Quanto aos mercados, para mim são todos iguais! Mas a Carla garantiu-me que Chiang Mai é um destino a considerar para quem queira comprar roupa "hippie" barata e de qualidade! Fala a especialista...


Quanto aos wat, destacam-se o Wat Phra Sing, cujo edifício principal é decorado interiormente com murais da(s) vida(s) do buda histórico (Sakyamuni) e o Wat Chedi Luang, onde esteve alojada a venerada estátua do Buda de Esmeralda durante um breve período, antes de ser levada para Bangkok, onde se encontra hoje.


O dia acabou (conseguem adivinhar?) no bazar nocturno, onde a Carla esteve menos tempo do que lhe apetecia (uma vez que tínhamos de apanhar um comboio para Bangkok ao final do dia), mas onde ainda fez umas compritas, enquanto eu matava saudades de comida de plástico no Burger King!

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